Aluguel de andaime: qual alugar, como é cobrado e o que a NR-18 exige
Descreva a obra, a altura e o andaime de que você precisa, com ou sem montagem. A Headcore coloca sua solicitação diante de empresas que alugam andaimes e atendem a sua região.
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Quais detalhes ajudam?
Tudo opcional. Mencione o que você sabe.
- O tipo de andaime. Tubular, fachadeiro, multidirecional ou suspenso, se você já souber.
- Altura e área. A altura de trabalho e o comprimento da fachada ou da área, mesmo aproximados.
- Montagem. Se você precisa só do material ou também da montagem e da desmontagem.
- Onde e por quanto tempo. A cidade, o acesso para o caminhão, a data de início e o período de uso.
Ver um exemplo de solicitação
Ilustrativo, não é uma solicitação real.
Precisamos de andaime para pintar a fachada de um galpão durante cerca de um mês, com montagem e desmontagem.
- Cerca de oito metros de altura
- Galpão em Guarulhos, SP
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Antes de alugar o andaime
O serviço e o tipo de andaime
Diga o serviço que será feito em altura, como pintura de fachada ou manutenção de cobertura, e o tipo de andaime, se já souber: tubular, fachadeiro, multidirecional ou suspenso.
Altura, área e piso
Diga a altura de trabalho e o comprimento da fachada ou o tamanho da área, mesmo aproximados, e como é o piso em que o andaime vai se apoiar: firme e nivelado ou com desnível.
Só o material ou com montagem
Diga se você precisa só das peças ou também de montagem, desmontagem, projeto de montagem e ART. Quem monta e quem assina mudam o preço e a responsabilidade.
Prazo, entrega e acesso
Diga a data de início, o período de uso, a cidade e por onde o caminhão chega para descarregar as peças.
Quem libera o andaime na obra
Diga quem vai assinar a liberação de uso do andaime (o responsável pela frente de trabalho ou pela obra, ou um profissional qualificado em segurança do trabalho) e as regras de acesso ao local.
Em resumo
Aluguel de andaime é a locação de torres tubulares, andaimes fachadeiros, multidirecionais ou suspensos, com ou sem montagem. O preço depende do tipo, da altura ou área, do prazo, do frete e de quem monta. Pela NR-18, a montagem exige projeto de profissional legalmente habilitado, salvo na torre única com altura inferior a quatro vezes a menor dimensão da base.
Qual andaime alugar: tubular, fachadeiro, multidirecional ou suspenso?
Depende primeiro de onde o andaime se apoia, o critério que a NR-18 usa para separar os andaimes: o simplesmente apoiado, fixo ou móvel, tem os pontos de sustentação apoiados no piso, e o suspenso é uma plataforma de trabalho sustentada por cabos de aço e movimentada na vertical. Nas composições do SINAPI, torre tubular, fachadeiro e multidirecional são montados sobre sapatas no piso; o que muda entre eles são as peças e a forma de montar.[1][4]
Os manuais de instrução de uma rede de locação e o termo de referência de uma compra pública citam, ao lado da NR-18, a norma ABNT NBR 6494, de 1990.[9][10][8]
- Torre tubular: no SINAPI, painéis de encaixe de 1 a 1,5 m de largura e 1 m de altura, montados dois a dois, com diagonal, barras de ligação e sapatas ou rodízios. Entre os usos, a descrição do SINAPI cita pintura e revestimento de fachadas, reformas e manutenção predial e industrial.[5][10]
- Torre com rodízios: pela NR-18, só pode ser usada sobre superfície horizontal plana que resista às cargas, tem travas contra deslocamento acidental e nunca é deslocada com trabalhadores em cima (itens 18.12.16 e 18.12.17). O manual de uma rede de locação limita a torre com rodízios a 4 m com painel de 1 m, 6 m com painel de 1,50 m e 8 m com painel de 2 m.[1][10]
- Fachadeiro: no SINAPI, módulos de cerca de 2,00 x 2,00 x 1,20 m, com quadros de 1,20 m de largura e 2,0 m de altura, para serviços em fachadas. Permite vários níveis de trabalho na mesma fachada, para reboco, revestimento e pintura. A NR-18 exige tela externa quando o andaime é montado na fachada (item 18.12.15).[6][9][1]
- Multidirecional: pelo glossário da NR-18, um sistema modular com montantes de rosetas fixas a intervalos regulares, que recebem travessas e diagonais em vários ângulos por encaixe autobloqueante. O sistema se adapta a geometrias complexas e dispensa acessórios de aperto manual, como braçadeiras ou parafusos, na estrutura principal. A definição está em vigor desde 29 de junho de 2026.[1]
- Suspenso: manual ou motorizado. Pela NR-18, tem placa com o nome do fabricante e a capacidade de carga em peso e em número de ocupantes, no mínimo quatro pontos de sustentação independentes, ponto de ancoragem do sistema de proteção individual contra quedas independente do ponto de ancoragem do andaime e plataforma com largura útil de pelo menos 0,65 m. O suspenso de acionamento manual tem piso de no máximo 8 m de comprimento (itens 18.12.21, 18.12.21.1 e 18.12.26).[1]
Como é cobrado o aluguel de andaime?
O aluguel de andaime é cobrado pela quantidade de material e pelo tempo: por peça e por período, por metro de altura por mês na torre tubular ou por m² de fachada por mês no fachadeiro. Montagem, desmontagem e frete costumam ser cobrados à parte. A tabela segue as unidades do SINAPI, o sistema de custos da construção da Caixa, e as de listas de preços de locadoras. Os valores variam com a cidade e a data, por isso não aparecem aqui.[5][6][7][4][8][11][12][1]
| Item do preço | Como costuma ser medido | O que deixar claro |
|---|---|---|
| Torre tubular | No SINAPI, por metro de altura de andaime montado por mês, sem instalação. Uma locadora cobra por peça e por período, com pedido mínimo de peças e prazos de 3, 7, 15 ou 30 dias; outra, por metro de altura por mês. | A altura de trabalho, a medida da base e quantas torres. Peça o preço na mesma unidade em todas as respostas. |
| Fachadeiro | No SINAPI, por m² de fachada de andaime (altura vezes comprimento) por mês, com piso, guarda-corpo, rodapé, sapatas e escada no módulo, sem instalação. | A altura e o comprimento da fachada, quantos níveis de trabalho e se a tela de proteção está no preço. |
| Andaime suspenso | No SINAPI, o balancim manual é locado por mês, por equipamento: plataforma de 1,50 x 0,80 m, cabo de 45 m e capacidade de carga total de cerca de 250 kg/m². | A altura da fachada, onde o andaime será fixado e quem faz o projeto de fixação e sustentação. |
| Acessórios | Nas listas de preços de locadoras, plataforma, diagonal, sapatas, rodízios, guarda-corpo, escada e moitão aparecem como itens separados, por peça ou por jogo. | A lista do que vem com o andaime e do que é cobrado à parte. A NR-18 exige piso completo, guarda-corpo e rodapé: eles não são opcionais. |
| Montagem e desmontagem | No SINAPI, é um serviço separado da locação, medido por metro de altura na torre tubular, por m² de fachada no fachadeiro e por m³ de andaime montado no multidirecional. Num termo de referência de 2024, uma universidade federal previu a locação e a montagem com desmontagem como dois itens, ambos por m² por dia. | Se a locadora monta e desmonta, quem faz o projeto de montagem e quem assina a ART e a liberação de uso. |
| Tela de proteção | No SINAPI, a colocação de tela em andaime fachadeiro é um serviço medido por m² da fachada que recebe a tela. | Se a tela vem com o andaime e quem a instala. Pela NR-18, ela vai da primeira plataforma de trabalho até 2 m acima da última. |
| Entrega e retirada | Nas notas dos insumos do SINAPI para locação de torre tubular e de fachadeiro, o preço não inclui montagem, mobilização e desmobilização. Uma locadora calcula o frete à parte, pelo CEP de entrega. | Se o frete de ida e volta está no preço, quem descarrega e se o caminhão chega perto do ponto de montagem. |
O andaime precisa de projeto de montagem e de ART?
O projeto é a regra: pela NR-18, a montagem de andaimes segue projeto elaborado por profissional legalmente habilitado. O projeto só é dispensado no andaime simplesmente apoiado em torre única com altura inferior a quatro vezes a menor dimensão da base de apoio, montado de acordo com o manual de instrução (itens 18.12.2 e 18.12.2.1).[1]
A ART vem da Lei 6.496/1977: todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou de serviços profissionais de engenharia fica sujeito à Anotação de Responsabilidade Técnica, que define os responsáveis técnicos e é feita no CREA pelo profissional ou pela empresa (arts. 1º e 2º).[3]
A NR-18 se aplica à indústria da construção e aos serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral (item 18.2.1). Dentro ou fora do campo da NR-18, toda atividade com diferença de nível acima de 2,0 m do nível inferior, onde haja risco de queda, está sujeita à NR-35 (item 35.2.1).[1][2]
- Se a menor dimensão da base é 1 m, a torre única só dispensa projeto abaixo de 4 m de altura; com 1,5 m, abaixo de 6 m. O andaime simplesmente apoiado com pisos de trabalho interligados precisa de projeto de montagem em qualquer altura (itens 18.12.2.1 e 18.12.2.2).[1]
- Sem estais e sem fixação à estrutura, a altura da torre de andaime não pode passar de quatro vezes a menor dimensão da base de apoio (item 18.12.3).[1]
- O andaime em si é projetado por profissionais legalmente habilitados, conforme as normas técnicas nacionais vigentes, fabricado por empresa inscrita no respectivo conselho de classe e acompanhado de manual de instrução em português, fornecido pelo fabricante, pelo importador ou pelo locador (item 18.12.1, alíneas a a c).[1]
- No andaime suspenso, os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio precisam resistir a pelo menos três vezes os esforços a que estão sujeitos e ter projeto de profissional legalmente habilitado. Sustentar o andaime em platibanda ou beiral exige antes um laudo de verificação estrutural sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado (itens 18.12.18 e 18.12.19).[1]
- Antes do uso, o andaime precisa de registro formal de liberação de uso, assinado por profissional qualificado em segurança do trabalho ou pelo responsável pela frente de trabalho ou pela obra (item 18.12.4).[1]
- A manutenção do andaime é feita por trabalhador capacitado, sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado, seguindo as especificações técnicas do fabricante (item 18.12.10).[1]
- No glossário da NR-18, profissional legalmente habilitado é o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.[1]
- A falta da ART sujeita o profissional ou a empresa à multa prevista na Lei 5.194/1966 (Lei 6.496/1977, art. 3º).[3]
Quem pode montar o andaime e o que a NR-18 e a NR-35 exigem na obra?
Pela NR-18, a montagem e a desmontagem de andaimes são feitas por trabalhadores capacitados, com treinamento específico para o tipo de andaime usado. Eles trabalham com SPIQ (sistema de proteção individual contra quedas), com ferramentas amarradas contra queda acidental e com a área isolada e sinalizada (item 18.12.6).[1]
Na NR-35, que vale para atividade com diferença de nível acima de 2,0 m e risco de queda, todo trabalho em altura é feito por trabalhador formalmente autorizado pela organização: capacitado, com o estado de saúde avaliado e considerado apto. O treinamento inicial tem no mínimo 8 horas e é feito antes de o trabalhador iniciar o trabalho em altura; o periódico, também de no mínimo 8 horas, a cada dois anos; os dois são presenciais (itens 35.2.1, 35.4.1, 35.4.1.1, 35.4.2.1, 35.4.2.2 e 35.4.5).[2]
Na obra, as duas normas exigem ainda:[1][2]
- Piso de trabalho resistente, com forração completa, antiderrapante, nivelado e travado contra deslocamento ou desencaixe. No andaime tubular, montantes e painéis travados contra o desencaixe acidental (itens 18.12.5 e 18.12.7).[1]
- Guarda-corpo e rodapé em todo o perímetro, exceto na face de trabalho, conforme o item 18.9.4.2: travessão superior instalado a 1,2 m, travessão intermediário a 0,7 m e rodapé de no mínimo 0,15 m. Essa redação do item 18.12.1, alínea d, vale desde 29 de junho de 2026.[1]
- No andaime multidirecional, o travessão superior fica entre 1,0 m e 1,20 m acima do estrado, o intermediário 0,50 m abaixo do superior e o rodapé tem no mínimo 0,15 m (item 18.12.15.2).[1]
- Acesso seguro ao andaime e aos postos de trabalho acima de 0,4 m de altura. No andaime simplesmente apoiado com piso acima de 1 m, o acesso é por escada: de mão, incorporada ou acoplada aos painéis, com pelo menos 0,4 m de largura e distância uniforme entre os degraus de 0,25 m a 0,3 m, ou de uso coletivo, com pelo menos 0,6 m de largura, corrimão e degraus antiderrapantes (itens 18.12.1, alínea e, e 18.12.14).[1]
- Base em sapatas sobre base rígida e nivelada, com ajuste de nivelamento, e o andaime amarrado à estrutura da construção quando necessário (item 18.12.13).[1]
- Na fachada, tela externa da primeira plataforma de trabalho até 2 m acima da última, para impedir a projeção e a queda de materiais (itens 18.12.15 e 18.12.15.1).[1]
- Proibido: andaime com estrutura de madeira, salvo quando for tecnicamente impossível usar andaime metálico; retirar ou anular dispositivo de segurança; usar escada ou outro meio sobre o piso do andaime para alcançar lugares mais altos (item 18.12.8).[1]
- No andaime suspenso, o sistema de suspensão é conferido todos os dias pelos usuários e pelo responsável pela obra antes do início dos trabalhos, e quem faz essa conferência recebe treinamento e os procedimentos da rotina (itens 18.12.23, alínea c, e 18.12.23.1).[1]
- Pela NR-35, cabe à organização assegurar a Análise de Risco antes de todo trabalho em altura e a Permissão de Trabalho nas atividades não rotineiras, e acompanhar o cumprimento das medidas da norma pelas organizações que prestam serviços a ela (itens 35.3.1, alíneas b e f, 35.5.5 e 35.5.7).[2]
- Pela NR-18, a empresa contratada entrega à empresa que a contratou o inventário dos riscos específicos da sua atividade, que entra no PGR do canteiro de obras (item 18.4.4).[1]
Como funciona o aluguel de andaimes e o que combinar antes da entrega?
Na prática, o aluguel de andaime funciona de dois jeitos: só o material, que a sua equipe monta, ou o material com montagem e desmontagem pela locadora. O que fica de fora do preço muda de uma locadora para outra, então combine por escrito, antes da entrega, os itens abaixo:[9][8][12]
- Só o material: uma rede de locação que entrega o andaime sem montagem escreve no manual que o projeto de montagem e os montadores capacitados ficam por conta de quem aluga. Nesse caso, o projeto e a equipe de montagem ficam com a sua empresa.[9]
- Com montagem: peça que a resposta diga quem elabora o projeto de montagem, quem assina a ART, como os montadores foram treinados e quem assina a liberação de uso. A lista de preços de uma locadora anuncia o fachadeiro com ART.[11]
- A ART do serviço: em outubro de 2026, segundo a imprensa local, o Crea-ES autuou a empresa responsável pelos andaimes de um prédio em Vila Velha (ES) por falta de ART específica para a montagem e a desmontagem, embora a reforma do prédio tivesse ART. O conselho orientou quem contrata a conferir se existe ART compatível com o serviço, inclusive na montagem e na desmontagem de andaimes.[13]
- Peças e acessórios: confira o que vem e o que é cobrado à parte, como plataforma, diagonais, sapatas ou rodízios, guarda-corpo e escada.[12][11]
- Prazo: pergunte o período mínimo, quando a contagem começa e termina e como fica o preço se a obra atrasar e o andaime ficar mais tempo.
- Entrega e retirada: pergunte se o frete de ida e volta está no preço, quem descarrega e em quanto tempo a locadora entrega e volta para desmontar. Num termo de referência de 2024, uma universidade federal pediu entrega em até 3 dias depois do pedido e, terminado o período de uso (de até 30 dias), retorno para desmontar em até 3 dias.[8]
- Documentos: peça o manual de instrução em português, que a NR-18 exige do fabricante, do importador ou do locador, e, como pediu o mesmo termo de referência, a comprovação de que o andaime foi comprado de fabricante inscrito no CREA.[1][8]
- Perda e dano: combine como as peças são conferidas na devolução e quem paga por peça perdida ou danificada.
Fontes
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-18: Segurança e saúde no trabalho na indústria da construção, redação da Portaria SEPRT nº 3.733/2020, atualizada até a Portaria MTE nº 836, de 13 de maio de 2026.
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-35: Trabalho em altura (redação da Portaria MTP nº 4.218/2022, última modificação pela Portaria MTE nº 1.259/2026), julho de 2026.
- Câmara dos Deputados, Legislação Informatizada, Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977: Anotação de Responsabilidade Técnica (texto atualizado), 7 de dezembro de 1977.
- Caixa Econômica Federal, SINAPI, Caderno Técnico de Composições: Equipamentos de Proteção Coletiva (composições 97062 a 97065, andaimes), aferido em março de 2024, última atualização em fevereiro de 2026.
- Orçamentor (reprodução do SINAPI, Caixa), Insumo SINAPI 10527: locação de andaime metálico tubular de encaixe, tipo torre (não inclui instalação), referência SINAPI de setembro de 2026.
- Orçamentor (reprodução do SINAPI, Caixa), Insumo SINAPI 20193: locação de andaime metálico tipo fachadeiro (não inclui instalação), referência SINAPI de setembro de 2026.
- Orçamentor (reprodução do SINAPI, Caixa), Insumo SINAPI 41805: locação de andaime suspenso ou balancim manual, referência SINAPI de setembro de 2026.
- Universidade Federal do Rio de Janeiro, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas, Termo de Referência 19/2024: locação de andaimes com montagem e desmontagem, 17 de junho de 2024.
- Casa do Construtor, Manual de instruções: andaime fachadeiro (versão 2023), 2023.
- Casa do Construtor, Manual de instruções: painéis metálicos (versão 2024, revisão 01), 2024.
- CBM Locações, Preços para aluguel de andaimes e equipamentos, Curitiba, consultado em 7 de novembro de 2026.
- Start Locações, Aluguel de andaime 1,5 m: pedido mínimo, períodos e itens não inclusos, consultado em 7 de novembro de 2026.
- ESHOJE, Crea-ES autua empresa após queda de andaimes em Vila Velha, 7 de outubro de 2026.
Última verificação: 8 de novembro de 2026
Perguntas de compradores
Quem vê minha solicitação?
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Cada empresa decide por conta própria se responde, então não podemos prometer respostas. Se o trabalho não pode esperar, procure também seus fornecedores de sempre.
Quanto custa publicar uma solicitação?
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Posso alugar só o material, sem montagem?
Sim. Diga na solicitação se você precisa só do material ou também da montagem e da desmontagem. Cada fornecedor responde ao trabalho como você o descreveu.
A Headcore faz o trabalho?
Não. A Headcore é um sistema que conecta empresas para atividades técnicas B2B: coloca sua solicitação diante de empresas que fazem este trabalho, e você trata direto com o fornecedor. Continue com seus fornecedores de sempre e use a Headcore quando eles não puderem ajudar ou quando o trabalho estiver fora do que fazem.
Qual é a diária do andaime?
Nem sempre há diária. Uma locadora cobra por peça e por período de 3, 7, 15 ou 30 dias; outra, por metro de altura por mês na torre tubular e por m² por mês no fachadeiro. Para comparar respostas, peça o preço na mesma unidade e pelo mesmo período, e que cada resposta diga se montagem, desmontagem e frete estão incluídos.
Quantas peças de andaime para 4 metros?
São 8 painéis numa torre tubular de painéis de 1 m de altura, montados dois a dois: cada metro leva dois. Além deles, entram diagonais, sapatas ou rodízios, piso, guarda-corpo, rodapé e escada. Se a menor dimensão da base é 1 m, 4 m já é a altura máxima da torre sem estais ou fixação pela NR-18, e a dispensa de projeto de montagem só vale abaixo disso.
Quem faz o projeto e a ART do andaime alugado?
Depende do que foi contratado. A NR-18 exige projeto de montagem de profissional legalmente habilitado, salvo na torre única com altura abaixo de quatro vezes a menor dimensão da base, e a Lei 6.496/1977 sujeita à ART todo contrato de serviço de engenharia. Uma rede de locação, por exemplo, entrega só o material e deixa o projeto por conta de quem aluga. Se a locadora monta, peça na resposta quem assina o projeto e a ART.
Comece com o que você sabe.
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