Manutenção de empilhadeira: plano preventivo, contrato e o que a NR-12 exige
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- A empilhadeira. A capacidade, a altura de elevação e se é a gás, elétrica ou diesel.
- O que aconteceu. O defeito e se a máquina está parada.
- Quantas máquinas. Quantas empilhadeiras ou paleteiras e se é um serviço único ou um contrato.
- Onde e quando. A cidade, o prazo e, em caso de aluguel, o período de uso.
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Ilustrativo, não é uma solicitação real.
Precisamos de manutenção preventiva em quatro empilhadeiras elétricas da nossa fábrica.
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Antes de contratar a manutenção das empilhadeiras
As máquinas
Diga quantas empilhadeiras são, se são elétricas, a gás ou a diesel, a marca, o modelo, o ano e a leitura do horímetro. Se as paleteiras entram no mesmo serviço, inclua-as também.
O manual e o histórico
Diga se você tem o manual de cada máquina e o registro das últimas manutenções. O intervalo da preventiva e o que se faz em cada visita vêm do manual.
Preventiva, corretiva ou as duas
Diga se quer um contrato com visitas programadas, um conserto agora ou os dois, e quantas visitas por ano espera.
Peças e baterias
Diga se as peças devem entrar no preço ou ser aprovadas uma a uma, e se alguma bateria ou pneu já precisa de troca.
Onde e quando
Diga a cidade, se o serviço pode ser feito no próprio local, em que horário e quanto tempo cada máquina pode ficar parada.
Em resumo
Manutenção de empilhadeira é a preventiva, feita no intervalo do manual (em horas de uso ou em dias), mais a corretiva, quando a máquina falha. O preço depende do número de máquinas, das visitas por ano e de as peças entrarem ou não. Pela NR-12, a manutenção segue a forma e a periodicidade do fabricante e deve ser registrada.
Quais são os tipos de manutenção de empilhadeiras?
Os dois tipos básicos são a preventiva, feita no intervalo do plano do fabricante, e a corretiva, feita quando a máquina apresenta defeito; entre uma e outra, o operador inspeciona a empilhadeira no início de cada turno. Os contratos públicos de manutenção de empilhadeiras combinam as duas de formas diferentes, e a tabela mostra como cada formato funciona nesses documentos e o que deixar por escrito.[2][7][8][6][9][10][11]
| Tipo de manutenção | Como funciona | O que deixar por escrito |
|---|---|---|
| Inspeção do operador | No início de cada turno, o operador confere as condições de operação e segurança e interrompe o trabalho se encontrar alguma anormalidade que afete a segurança (NR-12, item 12.14.2). | Que itens o operador confere, com base no manual, e a quem avisa quando encontra um defeito. |
| Preventiva programada | Visitas num calendário combinado: a cada três meses nas empilhadeiras elétricas dos tribunais eleitorais de Alagoas (2021), Mato Grosso (2025) e Piauí (2026). No Piauí, filtros, fluidos, lubrificantes e demais insumos da preventiva ficam por conta da empresa que faz o serviço. | O cronograma de visitas, a lista de serviços de cada visita e quem fornece óleos, filtros e graxas. |
| Corretiva por chamado | Visita em até 5 dias depois do chamado (Piauí, 2026, fora do período eleitoral). Conserto em até 10 dias corridos depois do pedido (Mato Grosso, 2025) ou em até 10 dias depois de aprovado o preço das peças (Rio Grande do Sul, 2020). | Como abrir o chamado, o prazo para a visita, o prazo para a máquina voltar a trabalhar, se a troca de peça espera a aprovação do preço e a garantia das peças, que foi de 90 dias no Piauí e de pelo menos 12 meses em Mato Grosso. |
| Contrato com mensalidade | No contrato anterior do tribunal eleitoral de Mato Grosso do Sul, uma mensalidade cobria a preventiva a cada três meses, a corretiva sempre que necessária e as peças. Já o Piauí (2026) paga cada preventiva e cada corretiva à parte e inclui as peças até um limite anual; o que passar disso fica por conta do tribunal. | O que a mensalidade cobre e o que é cobrado à parte: peças, baterias, pneus e transporte da máquina até a oficina. |
| Chamado avulso | No Rio Grande do Sul (2020), preventiva e corretiva sob demanda, por chamado, com preço por tipo de chamado: paga-se só o serviço executado, não a simples visita de vistoria. | O preço de cada tipo de chamado, se a visita de diagnóstico é cobrada e o prazo para enviar o preço das peças. |
| Conserto de escopo fechado | Em Rondônia (2026), um conserto único das empilhadeiras, com peças, baterias, pneus, óleos e filtros, que termina com a entrega das máquinas reparadas depois de testes com a carga nominal. | O que entra no conserto, os testes na entrega e quem paga o transporte de ida e volta até a oficina. |
De quanto em quanto tempo fazer a manutenção preventiva da empilhadeira?
Na prática, quem define é o manual de cada máquina: a NR-12 manda fazer as manutenções na periodicidade determinada pelo fabricante (item 12.11.1). Um exemplo público: o manual das empilhadeiras elétricas que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso comprou em 2024 pedia revisão preventiva a cada 90 dias ou 500 horas de trabalho, por assistência técnica autorizada, para manter a garantia de três anos.[2][5]
Quatro contratações públicas de manutenção fixaram a preventiva das empilhadeiras elétricas a cada três meses: as dos tribunais eleitorais de Alagoas (2021), Mato Grosso do Sul (2022), Mato Grosso (2025) e Piauí (2026). Mato Grosso do Sul também pôs uma empilhadeira a diesel nesse intervalo, por recomendação do fabricante.[8][9][6][7]
Numa empilhadeira a gás ou a diesel, peça que o plano inclua também os intervalos do motor que constam do manual do modelo.[2]
Na empilhadeira elétrica com bateria de chumbo-ácido, parte do cuidado é diária. O manual técnico de um fabricante de baterias tracionárias, de 2025, deixa a manutenção preventiva da bateria a cargo de quem a compra. Ele manda conferir todos os dias o nível do eletrólito em todos os elementos e completar com água destilada, deionizada ou desmineralizada, normalmente uma vez por semana, depois que o carregador indicar 80% de carga ou no fim da carga, nunca com a bateria descarregada.[12]
O mesmo manual recomenda uma carga de equalização a cada 30 dias, pede que a bateria não seja descarregada abaixo de 1.140 g/dm³ de densidade ou de 1,70 V por elemento, baseia a garantia numa descarga de no máximo 80% da capacidade e recomenda registrar as cargas de manutenção, com tensão e densidade.[12]
Na preventiva das empilhadeiras elétricas, o tribunal eleitoral do Piauí pediu em 2026, no mínimo:[7]
- Lubrificação das peças móveis, das correntes de elevação, das pistas dos perfis da torre e dos rolamentos das polias.[7]
- Correção de vazamentos no redutor da tração, nos cilindros hidráulicos, no porta-garfos e nas conexões hidráulicas, e exame das mangueiras.[7]
- Torque dos parafusos da roda de tração e desgaste das rodas de tração e de carga.[7]
- Folga do freio eletromagnético, nível do óleo hidráulico e limpeza ou troca do filtro de retorno.[7]
- Conectores elétricos, cabos da bateria e o desligamento do motor-bomba no fim de curso do avanço e do recuo da torre.[7]
- Tensão das correntes de elevação, desgaste e fissuras nos perfis e quadros da torre, folgas dos roletes e desnível na ponta dos garfos.[7]
- Procedimento de carga, nível de água e oxidação dos bornes da bateria, fissuras no chassi e ruído nos rolamentos dos motores de tração, elevação e direção.[7]
O que a NR-11 e a NR-12 exigem na manutenção da empilhadeira?
Exigem que a empilhadeira seja conservada em perfeitas condições de trabalho e receba manutenção na forma e na periodicidade do fabricante. A NR-11 inclui as empilhadeiras entre os equipamentos de movimentação de materiais que serão "conservados em perfeitas condições de trabalho" (item 11.1.3). Na NR-12, o item 12.11.1, um dos que o item 12.18.4 aplica às máquinas autopropelidas, manda fazer as manutenções "na forma e periodicidade determinada pelo fabricante".[1][2]
- Quem faz: pelo item 12.11.1 da NR-12, profissional legalmente habilitado ou profissional qualificado. No glossário da NR-12, qualificado é quem comprova a conclusão de curso específico na sua área, reconhecido pelo sistema oficial de ensino, e legalmente habilitado é o trabalhador qualificado com registro no conselho de classe, se necessário.[2]
- Autorização e capacitação: manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas devem ser feitas por trabalhadores habilitados, qualificados ou capacitados, e autorizados para isso (NR-12, item 12.16.1), que devem receber do empregador capacitação compatível com a função, sobre os riscos e as medidas de proteção (item 12.16.2).[2]
- O manual: a máquina autopropelida deve ter manual de instruções do fabricante ou importador, em português do Brasil, disponível a todos os usuários no local de trabalho, com os procedimentos e a periodicidade das inspeções e da manutenção (NR-12, Anexo XI, itens 14, 14.1 e 14.2, que o item 12.18.4 aplica a essas máquinas).[2]
- Os registros: as manutenções devem ser registradas em livro próprio, ficha ou sistema informatizado da empresa (NR-12, item 12.11.2). Para a inspeção rotineira que o operador faz no início do turno (item 12.14.2), nenhum dos itens que o item 12.18.4 aplica às máquinas autopropelidas exige registro.[2]
- Correntes, carga máxima e buzina: a NR-11 manda inspecionar permanentemente cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos, substituindo as partes defeituosas (item 11.1.3.1), indicar em lugar visível a carga máxima de trabalho permitida (item 11.1.3.2) e equipar com buzina os equipamentos de transporte motorizados (item 11.1.7).[1]
- Empilhadeira a gás ou a diesel: em locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos deve ser controlada para não passar dos limites permissíveis (NR-11, item 11.1.9), e em local fechado e sem ventilação a máquina com motor de combustão interna só pode ser usada se tiver dispositivo neutralizador adequado (item 11.1.10).[1]
O que deve constar no relatório de manutenção da empilhadeira?
Na prática, o relatório identifica a máquina e o técnico e diz o que foi feito, que peças foram trocadas e que desgaste foi encontrado: são os itens que os contratos públicos de Mato Grosso (2025), Alagoas (2021) e Piauí (2026) pedem, cada um com a sua lista. Em Mato Grosso e Alagoas, a empresa entrega um relatório a cada manutenção, preventiva ou corretiva, e no Piauí, a cada preventiva, além do registro de cada manutenção que a NR-12 exige (item 12.11.2). Em Mato Grosso, o tribunal eleitoral só paga a manutenção com o relatório técnico e a nota fiscal. Os documentos públicos pedem, no relatório e na entrega do serviço:[2][6][8][7]
- A identificação: data, hora e número de série da máquina atendida, e a identificação e a assinatura do técnico (Mato Grosso, 2025).[6]
- O que foi feito e o que foi trocado: a descrição dos serviços, as peças substituídas e fotos do serviço e das peças (Mato Grosso, 2025).[6]
- No chamado corretivo: marca, modelo e local da máquina, o defeito relatado, a solução, as peças substituídas, a data e os horários de início e de fim do atendimento (Alagoas, 2021).[8]
- O desgaste encontrado: cada componente gasto ou com defeito, com a indicação de trocar ou de acompanhar a evolução do desgaste na preventiva seguinte (Piauí, 2026).[7]
- Os testes: depois de qualquer serviço, testes de operação com e sem carga na presença do fiscal (Rio Grande do Sul, 2020); em Rondônia (2026), testes de carga nominal e de funcionamento (elevação, tração, frenagem e comandos) antes de aceitar a máquina.[10][11]
- As peças: antes da troca, a relação das peças com marca, modelo e preço unitário de cada uma, e um laudo técnico dos serviços (Rio Grande do Sul, 2020); depois, as peças antigas apresentadas para comparação com as novas (Rondônia, 2026).[10][11]
- O destino dos resíduos: certificado de destinação ou manifesto de transporte para o óleo lubrificante, as baterias e os pneus trocados (Rondônia, 2026).[11]
O que fazer com o óleo usado e a bateria velha da empilhadeira?
Entregar o óleo usado só a um ponto de recolhimento ou a um coletor autorizado e devolver baterias e pneus ao comerciante ou distribuidor, pela logística reversa. A Resolução CONAMA nº 362/2005 manda que todo óleo lubrificante usado ou contaminado seja recolhido, coletado e tenha destinação final que não afete negativamente o meio ambiente (art. 1º) e que o óleo coletado seja destinado à reciclagem por rerrefino (art. 3º).[3][4]
Para quem gera óleo lubrificante usado na própria atividade, o art. 18 da mesma resolução determina:[3]
- Recolher o óleo de forma segura, em lugar acessível à coleta, em recipientes adequados e resistentes a vazamentos (inciso I).[3]
- Não misturar o óleo com produtos químicos, combustíveis, solventes, água e outras substâncias, para não inviabilizar a reciclagem (inciso II).[3]
- Entregar o óleo só ao ponto de recolhimento ou a coletor autorizado, exigindo dele o Certificado de Coleta e as autorizações do órgão ambiental competente e do órgão regulador da indústria do petróleo (inciso III).[3]
- Guardar por cinco anos, para a fiscalização, os comprovantes de compra do óleo lubrificante e os Certificados de Coleta (inciso V).[3]
- Baterias, pneus e óleos lubrificantes, estes com seus resíduos e embalagens, estão entre os produtos de logística reversa obrigatória da Política Nacional de Resíduos Sólidos, e os consumidores devem devolvê-los depois do uso aos comerciantes ou distribuidores (Lei nº 12.305/2010, art. 33, incisos II, III e IV e § 4º).[4]
Fontes
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-11: Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais (última alteração: Portaria MTPS nº 505/2016), 29 de abril de 2016.
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-12: Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos (última alteração: Portaria MTE nº 344/2024), 21 de março de 2024.
- Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), texto publicado pela ANP, Resolução CONAMA nº 362, de 23 de junho de 2005: recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado (alterada pela Resolução nº 450/2012), 23 de junho de 2005.
- Câmara dos Deputados, Legislação Informatizada, Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010: Política Nacional de Resíduos Sólidos (texto atualizado), 2 de agosto de 2010.
- Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Estudo Técnico Preliminar nº 18/2025: manutenção preventiva e corretiva de empilhadeiras elétricas e transpaletes (processo 01818.2025-0), 2025, ano do estudo nº 18/2025 (o documento não traz dia nem mês; arquivo de abril de 2025).
- Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Termo de Referência nº 44/2025: manutenção preventiva e corretiva, com fornecimento de peças, de empilhadeiras elétricas e transpaletes (processo 01818.2025-0), 12 de dezembro de 2025.
- Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, Termo de Referência nº 19/2026: manutenção preventiva e corretiva, com fornecimento de peças, de empilhadeiras elétricas e paleteiras (processo SEI 0010813-64.2025.6.18.8000), 23 de fevereiro de 2026.
- Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas, Termo de Referência: manutenção preventiva e corretiva de empilhadeiras e transpaletes hidráulicos (documento SEI 0890335), 12 de maio de 2021.
- Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, Estudo Técnico Preliminar nº 7/2022: manutenção preventiva e corretiva de empilhadeiras e outros equipamentos (SEI 0005296-51.2022.6.12.8000), 1º de agosto de 2022.
- Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, Termo de Referência COINP 23A-2020: manutenção corretiva e preventiva de empilhadeiras elétricas (SEI 0012307-53.2020.6.21.8000), 25 de setembro de 2020.
- Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, Termo de Referência nº 17/2025, anexo III da Dispensa Eletrônica nº 90001/2026: manutenção preventiva e corretiva, com fornecimento de peças, de empilhadeiras e transpaletes, 2026, ano da Dispensa Eletrônica nº 90001/2026 (o termo, nº 17/2025, não traz dia nem mês; arquivo de janeiro de 2026).
- Moura, Manual técnico da linha tracionária Moura Tração, versão 1.5, junho de 2025.
Última verificação: 8 de novembro de 2026
Perguntas de compradores
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Como é cobrada a manutenção de empilhadeira?
Nos contratos públicos citados aqui, por visita preventiva e por chamado corretivo, por máquina, ou por mensalidade fixa, e as peças podem vir à parte. Em 2026, o tribunal eleitoral do Piauí previu, por empilhadeira e por ano, 4 preventivas e 2 corretivas, com um limite anual para peças. No contrato anterior do tribunal de Mato Grosso do Sul, uma mensalidade cobria a preventiva trimestral, a corretiva e as peças. Peça que cada resposta separe preventiva, corretiva e peças.
Preciso usar a assistência técnica autorizada da marca?
Durante a garantia, pode ser que sim, se o manual exigir: o das empilhadeiras elétricas do tribunal eleitoral de Mato Grosso pedia revisão a cada 90 dias ou 500 horas de trabalho, por assistência técnica autorizada, para manter a garantia de três anos. Fora da garantia, o que a NR-12 pede é manutenção na forma e na periodicidade do fabricante, feita por profissional legalmente habilitado ou qualificado (item 12.11.1).
A troca da bateria entra no contrato de manutenção?
Depende do contrato. Nos contratos públicos de Alagoas (2021) e do Piauí (2026), a preventiva confere a bateria (carga, nível de água, bornes e cabos). Já a troca varia: no Rio Grande do Sul, em 2020, a empresa precisava justificar por escrito por que a bateria não tinha conserto, para o tribunal decidir a compra; em Rondônia, em 2026, as baterias entraram nas peças do conserto. Diga na solicitação a idade e o estado das baterias.
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