Rebobinamento de motores: testes, preço, prazo e garantia
Descreva o motor e o que aconteceu com ele. A Headcore coloca sua solicitação diante de empresas que rebobinam e consertam motores e atendem a sua região.
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Quais detalhes ajudam?
Tudo opcional. Mencione o que você sabe.
- O motor. A potência, a tensão e a rotação da placa do motor.
- O que aconteceu. O defeito, há quanto tempo e se a produção está parada.
- Retirada ou no local. Se a peça pode ir até a oficina ou se o trabalho precisa ser feito no seu local.
- Onde e quando. A cidade, o prazo e, em caso de aluguel, o período de uso.
Ver um exemplo de solicitação
Ilustrativo, não é uma solicitação real.
Precisamos rebobinar um motor elétrico trifásico de 75 cv que queimou na nossa linha.
- Podemos levar o motor até a oficina
- Fábrica em Caxias do Sul, RS
Como a Headcore ajuda neste trabalho
Continue com seus fornecedores de sempre. A Headcore ajuda você a encontrar outras empresas que fazem este trabalho.
- 01
Descreva o trabalho
Comece com suas próprias palavras. Você revisa a solicitação antes de qualquer publicação.
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Empresas que rebobinam e consertam motores e atendem a sua região veem o trabalho. Cada uma decide por conta própria se responde.
- 03
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Compare como cada empresa faria o trabalho, revele sua empresa só para as que você escolher e trate direto com elas.
Antes de mandar o motor para rebobinar
A placa do motor
Mande uma foto da placa: potência, tensão, rotação, carcaça e rendimento. Sem a placa, diga o que o motor aciona e a medida da ponta de eixo.
O que aconteceu
Conte qual proteção desarmou, se houve cheiro de queimado ou fumaça e quantas vezes tentaram religar. Diga também se o motor já foi rebobinado.
Retirada e transporte
Diga se o motor já está fora da máquina, quem vai desconectá-lo e se a oficina precisa buscá-lo. O peso do motor e o acesso ao local mudam a logística.
Prazo e motor reserva
Diga se a linha está parada e se há motor reserva. Isso define o que pesa mais na escolha: o prazo da oficina ou o preço.
Área classificada
Se o motor trabalha em atmosfera explosiva, diga isso e mande a marcação Ex da placa. O reparo de motor Ex tem regras próprias.
Em resumo
Rebobinamento de motores é refazer o enrolamento do estator com os dados originais e testar o motor antes de devolvê-lo. O preço depende da potência, dos polos, do estado do núcleo e das peças trocadas. Se for trocar o motor, o trifásico de indução novo, de 0,12 a 370 kW, precisa ter o rendimento mínimo da Portaria Interministerial nº 1/2017.
O que a oficina deve testar e informar antes e depois do rebobinamento?
Na prática recomendada pela ANSI/EASA AR100-2025, que a tabela segue, a oficina testa o motor ao recebê-lo, mede o núcleo antes e depois de retirar o enrolamento velho e ensaia o enrolamento novo antes de rodar o motor em vazio, com os resultados por escrito. O documento, de acesso livre e voltado ao reparo de máquinas elétricas girantes, pede um registro de cada motor, guardado por pelo menos 3 anos, com dados de placa, ensaios e medidas de antes e depois do reparo, dados do enrolamento original e do novo e peças trocadas, aberto a quem encomendou o serviço, mediante pedido (item 1.3.2). No Brasil, o reparo dessas máquinas tem norma própria, a ABNT NBR 16929:2021, que abrange os motores de indução da série NBR 17094.[1][2][3][4][5][6]
| Etapa | O que a oficina faz | O que pedir no relatório |
|---|---|---|
| Recebimento | Inspeciona e testa o motor ao recebê-lo, antes de qualquer serviço, registra os dados de placa e procura a causa principal da falha. Fotos de todos os lados ajudam a comparar o motor na inspeção final do reparo (AR100, itens 1.3.2 e 1.4). | O estado do motor na chegada, os resultados dos primeiros ensaios e a causa principal da falha, quando for possível determiná-la. |
| Antes de retirar o enrolamento | Levanta os dados do enrolamento original (conta as espiras, anota a distribuição nas ranhuras e mede a bitola do fio), porque a oficina muitas vezes não consegue a especificação completa do fabricante. Faz o ensaio de perdas no núcleo, que mostra se o reparo compensa (guia do DOE; AR100, item 3.1.1). | Os dados do enrolamento original e o resultado do ensaio de núcleo, antes de você aprovar o preço do reparo. |
| Retirada do enrolamento velho | Remove o enrolamento com a temperatura do núcleo controlada, sem passar de 370 °C, e repete o ensaio de núcleo com um fluxo que não difira mais de 5% do usado no primeiro ensaio (AR100, itens 3.3 e 4.2.6). O guia do DOE recomenda oficina com forno de queima de temperatura controlada. | A comparação entre os dois ensaios de núcleo. Se as perdas aumentarem ou aparecer aquecimento localizado, a causa deve ser investigada e as chapas danificadas, reparadas ou trocadas. |
| Enrolamento novo | Mantém as características elétricas do original, usa fio de seção igual ou maior e sistema de isolamento igual ou melhor que o do fabricante, e impregna o enrolamento com verniz ou resina, com pré-aquecimento e cura (AR100, itens 3.2, 3.4, 3.6 e 3.13). | Os dados do enrolamento novo, o material do fio e a classe de isolamento. O guia do DOE recomenda isolamento classe F ou superior. |
| Ensaios do enrolamento | Mede a resistência de isolamento e a resistência ôhmica e faz o ensaio de surto. O ensaio de alta tensão (hipot) vem só depois de um resultado aceitável de isolamento, uma única vez, na tensão especificada (AR100, itens 4.2, 4.3.1 e 4.4.1.1). | Cada valor com a tensão do ensaio e os instrumentos, que a AR100 recomenda calibrar pelo menos uma vez por ano (item 4.7). O termo de referência do SAAE de São Carlos (SP) exige, com a nota fiscal, fotos do serviço, a identificação dos instrumentos das medições e os resultados dos testes de isolação. |
| Montagem e ensaio em vazio | Mede os ajustes dos rolamentos no eixo e nos alojamentos e recupera os que estão fora de tolerância, balanceia o rotor e roda o motor sem carga na tensão e na frequência nominais (AR100, itens 2.2.1, 2.6 e 4.5). | A rotação comparada à da placa, a corrente em vazio, a vibração e o registro de que o motor passou em todos os ensaios e foi liberado para envio (AR100, item 1.12). |
| Motor de área classificada (Ex) | Segue também a ABNT NBR IEC 60079-19 (edição de julho de 2026), que trata de reparo, revisão e recuperação de equipamentos Ex por empresas de serviço, e mantém a integridade dos tipos de proteção do projeto original. | A plaqueta de reparo fixada na carcaça e o registro de conformidade feito pela oficina, que a empresa usuária do motor guarda no prontuário das instalações. |
Quanto custa rebobinar um motor e o que o preço deve discriminar?
Na prática, um contrato pode fixar o preço do rebobinamento por motor, conforme a potência e o número de polos, e cobrar as peças trocadas à parte. É assim no termo de referência de 2024 do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de São Carlos (SP), que contrata a manutenção dos motores das suas bombas: a tabela de preços médios traz um valor de rebobinamento de motor IP55 para cada potência, em cv, e cada número de polos (2, 4, 6 ou 8).[3]
A mesma tabela traz um preço próprio, menor em todas as linhas, para o rejuvenescimento: lavagem, secagem e nova impregnação com verniz, sem trocar o enrolamento.[3]
O guia de motores de 2014 do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) explica por que não há um custo típico para uma dada potência, rotação e tipo de invólucro: o projeto do motor, o tipo de falha, a prática de reparo e os materiais variam, e os custos mudam de região para região.[2]
Para comparar duas respostas, peça que o preço separe:[3]
- o serviço de rebobinamento e o que ele inclui: no termo do SAAE, desmontagem, análise mecânica, testes elétricos, lavagem, secagem, conferência do desenho elétrico, bobinas com o fio correto, impregnação por imersão em verniz, secagem em estufa, montagem, testes finais em vazio e pintura;[3]
- as peças, cada uma com seu preço, como rolamentos, ventilador, tampas, caixa de ligação e placa de identificação; o SAAE pede componentes originais dos fabricantes;[3]
- o material do fio: o SAAE só aceita rebobinamento em cobre, e o guia do DOE indica refazer em cobre um enrolamento original de alumínio;[3][2]
- a retirada e a devolução do motor: no termo do SAAE, transporte e logística correm por conta da oficina;[3]
- o diagnóstico: o SAAE não autoriza nenhum serviço sem aprovar antes um preço detalhado. Combine se a desmontagem e os testes serão cobrados caso você recuse o reparo.[3]
Quanto tempo leva para rebobinar um motor e que garantia combinar?
Na prática, um contrato pode fixar o prazo pela potência do motor: no termo de referência de 2024 do SAAE de São Carlos, são no máximo 5 dias corridos de 0,16 a 10 cv, 7 dias de 12,5 a 40 cv, 10 dias de 50 a 200 cv, 15 dias de 250 a 400 cv e 20 dias de 450 a 650 cv, contados da aprovação do preço. Combine também a partir de quando o prazo conta.[3]
São prazos de um contrato de no mínimo 12 meses com uma empresa escolhida em pregão, para os motores das bombas de água e esgoto da cidade. Pergunte o prazo das etapas que podem atrasar a entrega: a secagem e a cura do verniz em estufa, as peças a comprar e, se o ensaio de núcleo acusar dano, o reparo ou a troca das chapas.[3][1]
Entre os passos para melhorar a eficiência dos motores da fábrica, o guia do DOE recomenda manter um estoque de motores reserva de alto rendimento.[2]
Combine a garantia por escrito, junto com o preço. O SAAE de São Carlos exige, anexo a cada preço, um documento que comprove garantia de no mínimo 90 dias, e que qualquer prazo diferente, maior ou menor, venha expresso no próprio preço apresentado.[3]
Na garantia e na entrega, deixe escrito:[3][1]
- o que a garantia cobre: no termo do SAAE, peças de reposição, mão de obra e serviços;[3]
- quem responde por danos ao motor enquanto ele está com a oficina: no termo do SAAE, a própria oficina, durante a guarda e o transporte;[3]
- a entrega do relatório de ensaios com o motor: a AR100 recomenda guardar todos os resultados, porque a tendência dos valores ao longo do tempo costuma indicar o estado do isolamento melhor que um valor isolado (item 4.2).[1]
Rebobinar ou trocar: que rendimento mínimo a Portaria exige do motor trifásico novo?
No Brasil, o motor elétrico trifásico de indução com rotor gaiola de esquilo, na caracterização do Decreto nº 4.508/2002, de 0,12 kW (0,16 cv) a 370 kW (500 cv) e de 2, 4, 6 ou 8 polos, tem de atender aos rendimentos nominais mínimos da Tabela 1 da Portaria Interministerial MME/MCTIC/MDIC nº 1/2017 (Anexo, arts. 2º e 3º).[7]
Os prazos contam da publicação da Portaria, no DOU de 30 de agosto de 2017: dois anos para deixar de fabricar no País ou importar motores abaixo da Tabela 1 e dois anos e seis meses para deixar de comercializá-los (Anexo, arts. 4º e 5º).[7]
Os motores recondicionados comercializados no País estão sujeitos aos mesmos níveis mínimos (Anexo, art. 2º, parágrafo único). Para esses motores, a Portaria condiciona a fiscalização à análise do desenvolvimento de uma medida regulatória por parte do Inmetro (Anexo, art. 8º, parágrafo único).[7]
Os valores da Tabela 1 admitem as tolerâncias da ABNT NBR 17094-1/2013 (Anexo, art. 3º, parágrafo único). Alguns mínimos de motores de 4 polos, para comparar com o rendimento de placa do motor que vai ser rebobinado:[7]
O que a NR-10 exige para retirar e religar o motor, inclusive em área classificada?
Pela NR-10 em vigor, "as intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 Volts em corrente alternada [...] somente podem ser realizadas por trabalhadores que atendam ao que estabelece o item 10.8" (item 10.6.1). O item 10.8 considera autorizados os trabalhadores qualificados ou capacitados e os profissionais habilitados com anuência formal da empresa, e exige deles treinamento específico conforme o Anexo III (itens 10.8.4 e 10.8.8).[8]
No texto em vigor, operações elementares, como ligar e desligar circuitos elétricos em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação e adequados para operação, podem ser feitas por qualquer pessoa não advertida (item 10.6.1.2).[8]
Para que o circuito do motor seja considerado desenergizado antes de desconectá-lo, a NR-10 em vigor exige a sequência do item 10.5.1, do seccionamento à sinalização de impedimento de reenergização, e a reenergização segue a do item 10.5.2. As medidas dessas duas sequências só podem ser alteradas, substituídas, ampliadas ou eliminadas como prevê o item 10.5.3: em função das peculiaridades de cada situação, por profissional legalmente habilitado, autorizado e mediante justificativa técnica previamente formalizada, desde que seja mantido o mesmo nível de segurança originalmente preconizado.[8]
Em área classificada, o texto em vigor só admite serviços em instalações elétricas mediante permissão para o trabalho com liberação formalizada, ou com a supressão do agente de risco que determina a classificação da área, e exige treinamento específico para o risco antes do trabalho (itens 10.9.5 e 10.8.8.4). Os materiais, peças e equipamentos destinados a instalações elétricas de atmosferas potencialmente explosivas devem ser avaliados quanto à conformidade no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação (item 10.9.2).[8]
A redação da Portaria MTE nº 737/2026, que vale a partir de 1º de junho de 2027, cita expressamente os equipamentos reparados: os destinados a instalações elétricas de áreas classificadas, fabricados, importados ou reparados, devem ser selecionados e mantidos conforme o estudo de classificação de áreas e possuir certificado de acordo com as normas técnicas oficiais ou as normas técnicas internacionais vigentes (item 10.6.6.1.1).[9]
Fontes
- EASA (aprovada como American National Standard), ANSI/EASA AR100-2025: Recommended Practice for the Repair of Rotating Electrical Apparatus, 2025.
- Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE), Advanced Manufacturing Office, Premium Efficiency Motor Selection and Application Guide: A Handbook for Industry (DOE/GO-102014-4107), fevereiro de 2014.
- Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de São Carlos, Edital de Pregão Eletrônico nº 006/2024, Anexo I: Termo de Referência para manutenção preventiva e corretiva de motores elétricos, com a tabela de preços médios do Anexo II-D, 25 de março de 2024.
- Target Normas (catálogo de normas técnicas), ABNT NBR 16929:2021: Máquinas elétricas girantes, reparo, revisão, recuperação ou modificação (ficha de catálogo), fevereiro de 2021.
- Target Normas (catálogo de normas técnicas), ABNT NBR IEC 60079-19: Atmosferas explosivas, Parte 19: reparo, revisão e recuperação de equipamentos (ficha de catálogo da edição de 07/2026), julho de 2026.
- O Setor Elétrico (coluna de Roberval Bulgarelli), Motores elétricos “Ex”: requisitos sobre serviços de reparo, revisão e recuperação, 14 de novembro de 2018.
- Ministério de Minas e Energia, Portaria Interministerial MME/MCTIC/MDIC nº 1/2017 e Anexo: Programa de Metas para Motores Elétricos Trifásicos de Indução Rotor Gaiola de Esquilo (DOU de 30.8.2017, Seção 1), 30 de agosto de 2017.
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-10: segurança em instalações e serviços em eletricidade (texto vigente, com alterações até a Portaria SEPRT nº 915/2019), julho de 2019.
- Ministério do Trabalho e Emprego, NR-10: segurança em instalações elétricas e serviços em eletricidade (redação da Portaria MTE nº 737/2026, vigência a partir de 1º de junho de 2027), maio de 2026.
Última verificação: 8 de novembro de 2026
Perguntas de compradores
Quem vê minha solicitação?
Empresas que fazem este trabalho específico e atendem a região do seu local. Elas veem o trabalho. Se também veem o nome da sua empresa é escolha sua: você pode ficar anônimo até escolher com quem falar.
E se ninguém responder?
Cada empresa decide por conta própria se responde, então não podemos prometer respostas. Se o trabalho não pode esperar, procure também seus fornecedores de sempre.
Quanto custa publicar uma solicitação?
Publicar uma solicitação é grátis. O fornecedor paga um token quando decide que vale a pena responder. O que vocês combinarem sobre o trabalho fica entre você e o fornecedor.
Minha produção está parada. Isso ajuda?
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A Headcore faz o trabalho?
Não. A Headcore é um sistema que conecta empresas para atividades técnicas B2B: coloca sua solicitação diante de empresas que fazem este trabalho, e você trata direto com o fornecedor. Continue com seus fornecedores de sempre e use a Headcore quando eles não puderem ajudar ou quando o trabalho estiver fora do que fazem.
Rebobinamento, rebobinagem e enrolamento de motor são a mesma coisa?
Para a sua solicitação, sim: qualquer um dos termos descreve o serviço de trocar o enrolamento do estator por um novo. O termo de referência do SAAE de São Carlos usa as duas primeiras palavras: rebobinamento para o serviço completo e rebobinagem para uma das etapas dele.
Posso desistir do rebobinamento depois do diagnóstico?
Sim, mas combine as condições antes de mandar o motor. No termo de referência do SAAE de São Carlos, a oficina apresenta um preço detalhado antes de qualquer serviço, o SAAE não tem obrigação de aprová-lo e, se julgar o reparo inviável, recebe o motor de volta no estado em que foi retirado. Deixe escrito se o diagnóstico é cobrado nesse caso e quem paga o transporte de volta.
O motor rebobinado ganha placa nova?
Em regra, não. Pela AR100, a placa original é a preferida e fica no motor; se ele for reprojetado, com novos dados nominais, a oficina fixa ao lado uma placa nova com a palavra “redesigned”, os novos dados e a data. A oficina também marca no motor, de forma permanente, seu nome ou logotipo e o número da ordem de serviço, que consta na nota do reparo.
Comece com o que você sabe.
Uma ou duas frases bastam. Nada chega aos fornecedores até você revisar e publicar.
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